A atriz americana Anne Hathaway com os óculos Lisa Ultra Violet por Lapima, marca brasileira em um olhar autêntico para o mundo.

A atriz americana Anne Hathaway com os óculos Lisa Ultra Violet por Lapima, marca brasileira em um olhar autêntico para o mundo.

A Osklen, pioneira na moda sustentável, em parceria com o Instituto-E, expressa seu comprometimento com o consumo consciente e a integridade socioambiental no lançamento da Coleção Gaia, criada para celebrar mais de 20 anos da cultura de sustentabilidade da marca.
A coleção reforça o conceito que o Homem e tudo o que constitui o planeta estão interligados e formam um único organismo vivo e, pela primeira vez, apresenta uma nova plataforma para reforçar e comunicar suas iniciativas divididas em 3 temas.
A cada mês, uma bandeira de sustentabilidade é vinculada aos produtos feitos com os e-fabrics, proporcionando ao consumidor a possibilidade de escolher o impacto socioambiental que gostaria de gerar através da sua compra.
REGENERATE LIFE (Regenerando a vida) é a busca por práticas sustentáveis em prol de todas as formas de vida na Terra. RESPECT OUR PEOPLE (Respeito com nossas pessoas) traz a valorização dos saberes, tradições e empoderamento de comunidades. E a bandeira RE-DESIGN WASTE (Ressignificando resíduos) comunica a geração de valor para resíduos e ressignificação do lixo para promover a economia circular.



A marca de beachwear carioca Galpão 51 apresenta a ALMOJANTA, um encontro à beira mar, em um tempo de valorizar o simples, “tempo de mergulhar: em nós mesmos, mas também no outro”.
“Apreciar cada momento, para que nesses dias meio iguais, cada simples detalhe do nosso cotidiano seja ressignificado”.
A marca também anuncia a abertura das vendas internacionais, exportando seu diferencial, o uso de técnicas manuais que possibilitam a criação de produtos únicos e a originalidade do clássico biquíni brasileiro.




“Neriage é uma palavra japonesa que designa uma técnica de cerâmica em que a mistura de argilas de diferentes cores produz um efeito marmorizado”.
A nova associada Neriage explora a textura, os detalhes, diferentes matérias e suas possibilidades, em um processo de criação como um diálogo com o tecido. “Desse diálogo, fazem parte diversas mãos e conhecimentos, que trazem para a roupa uma história própria e a tornam viva”.
A marca apresenta a coleção Lampejo inspirada no livro “Minha casa é onde estou” de Igiaba Scego. “Lampejo significa um brilho súbito, uma faísca ou um clarão”.
A coleção traz tons icônicos da Neriage, como vermelho e azul royal, e um mix de tecidos leves, acetinados e estruturados.
As bolsas e chapéus dessa coleção foram uma parceria com o MUSEU A CASA e a ACNUR, co-criados através da FRATERNIDADE HUMANITÁRIA INTERNACIONAL com mulheres indígenas da etnia Warao, refugiadas da Venezuela. A venda terá parte do lucro revertido para a causa.





A nova associada Maneca apresenta The Grazing Incidence, um processo contínuo de interpretação e estudos pessoais e a extensão das formas ao comportamento do material.
A designer Luiza Maraschin, movida a se despir de protótipos datados, modela materiais à mão que se amplificam através de movimentos sinuosos para, então, reinterpretá-los, fazendo uso da tecnologia 3D.
Nesta coleção autoral tudo se trata de luz, geometrias côncavas e convexas interagem entre si e exploram encaixes e movimentos, tudo que está entre o olho humano e a obra concebida.
“Reveladas pelo sentido da captura fotográfica, da reflexão inerente ao metal, das projeções luminosas que incidem no espelho, ou mesmo enquanto se dissipam no tempo”.





As associadas SERPUI, Catarina Mina e Camila Vieira apresentam acessórios de decoração na nova linha home.
A marca de bolsas contemporâneas SERPUI assina uma coleção de acessórios para decoração e cria uma experiência completa, CASA SERPUI, na forma de jogos americanos e porta-guardanapos.
A marca cearense Catarina Mina expressa sua essência sustentável e artesanal no manifesto “Casa Corpo Vivo” e lança uma coleção de luminárias versáteis que carregam a cultura do Nordeste nas matérias-primas palha, crochê e madeira.
E a associada Camila Vieira traduz a conexão e beleza dos cristais e suas fontes energéticas em acessórios únicos de decoração.






Em entrevista à Haus von Eden, a designer brasileira Ana Khouri fala sobre os desafios da joalheria sustentável e sua colaboração com a Fairmined, selo de garantia que certifica o ouro de organizações de mineração artesanal e de pequena escala responsáveis.
O Fairmined transforma a mineração em uma força ativa para o bem e garante práticas responsáveis, proporcionando o desenvolvimento organizacional e social e proteção ambiental. O padrão inclui requisitos para as organizações realizarem mineração artesanal e de pequena escala responsável: operações de mineração formal e legal, condições de trabalho de proteção ambiental, rastreabilidade de minerais Fairmined e desenvolvimento socioeconômico por meio do Prêmio Fairmined.
“Minha ideia de joalheria vai além do propósito pretendido de ornamentação, entrando mais no reino da arte e da escultura. Os designs são sobre as inúmeras maneiras pelas quais uma peça pode tomar forma no usuário e o equilíbrio que o trabalho cria com o corpo e como uma extensão dele. É um processo muito íntimo e uma evolução sem fim da minha visão artística e estética. Mais do que um negócio de moda que segue qualquer tendência, trata-se de olhar para dentro de quem você é e no que você acredita e ser fiel a isso”, expressa a designer.
O investimento necessário para extrair gemas e minerais corretamente é alto e a burocracia necessária para implementar os projetos é o que está atrasando o setor. “Existem muitos níveis de compromisso. Se o foco principal de uma marca ou empresa é lucrar, então temos desafios. A mentalidade precisa mudar e isso leva tempo. Fui criada com essas crenças, então me pareceu natural trazê-las para meu trabalho e minha marca. Sempre acreditei que você deve fazer o que acredita, se destacar e fazer uma mudança. Quero ajudar a promover práticas responsáveis, éticas, sociais e ambientais, contribuindo para a mudança que quero ver no mundo”.
A sustentabilidade é definida pelos mesmos elementos que existem em todo grande negócio – qualidade, cuidado, delicadeza artesanal e atemporalidade. E agir de forma ética e responsável é o desejo e símbolo de valor duradouro.
A marca que faz parte da Aliança de Comércio Justo para Mineração Responsável (ARM), organização sem fins lucrativos reconhecida mundialmente como líder e pioneira da mineração artesanal responsável e de pequena escala, finaliza, “desde o início, meu trabalho tem sido uma forma de comunicar um senso de harmonia – de conhecer meu lugar no mundo e estar totalmente presente nele. Isso me permitiu ver o que estava bem na minha frente, algo tão fundamental para a vida, mas tantas vezes silenciado por distrações feitas pelo homem – a interconexão de tudo o que nos rodeia”.

A marca autoral de beachwear Salga apresenta a primeira coleção upcycling, Salga Coerente, criada a partir do deadstock de uma coleção anterior, “desconstruir para reconstruir”.
A coleção co-criada com a Comas, marca de upcycling desde 2015, promove um desdobramento de possibilidades, desconstruídos e reconstruídos manualmente, para gerar um impacto positivo no meio ambiente e uma produção consciente e responsável no reaproveitamento de tudo que for possível, um novo início e reuso sem descarte desnecessário.
“Salga Coerente é mais que uma coleção, é um convite a repensar! A Salga acredita que esse é o futuro daqui pra frente: cooperar com o meio ambiente, sendo coerente no reaproveitamento de tudo que for possível” – Amanda Egler, diretora criativa da Salga Beach.





A marca brasileira de acessórios Cura apresenta a nova coleção Itá, uma iniciativa de novas ecologias sociais, novos caminhos de impacto positivo e moda responsável e consciente.
A coleção Itá promove a tradicional linha de palha de buriti crochetada por artesãs maranhenses e amuletos lapidados em pedras brutas, como a ametista e selenita.
“A Cura é pra calçar, pra carregar e agora é também para vestir”, além de Raíssa Colela, Amanda Mujica e Ana Voss somaram a rede Cura na criação da linha de biquínis e roupas de fibras, como algodão, linho e lycra Co2, reduzindo o impacto ambiental e, em parceria com a Apsa, cooperativa de artesãs de Porto de Sauípe na Bahia, a Cura desenvolveu cabedais e sapatos inovando o uso da palha de piaçava trançada. “De uma mão pra outra, de pedra em pedra, reconstruímos o que precisa ser refeito, repensado”.






Nossa missão é ser porta-voz global do Design de Moda Brasileira, utilizando sua diversidade criativa como elemento de integração, geração de valor e tradução da transformação cultural da sociedade.
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