No próximo dia 15, a UMA|Raquel Davidowicz apresenta a UMA X: uma linha sustentável com o compromisso de criar colaborações que, além de design apurado, tragam significado, transparência, responsabilidade e relevância para a roupa. Liderada por Vanessa Davidowicz, primogênita de Raquel Davidowicz (fundadora e designer da UMA), a coleção traz peças genderless feitas a partir de processos eco-friendly e informação estética para o público mais jovem.
Com essência colaborativa, a letra X vem justamente com esse propósito: remete a um espaço incógnito que será ocupado por parcerias em novos drops – os lançamentos não terão calendário fixo e vêm com preços mais acessíveis (entre R$ 155 e R$ 795).
A primeira coleção-cápsula contará com 26 modelos, em uma paleta que destaca preto, branco, azul oceano e amarelo dijon, e tecidos inovadores que refletem o compromisso da marca com o meio ambiente e a produção responsável. Dentre eles está o ECONYL®, um nylon regenerado produzido através do processo de reciclagem e purificação de resíduos plásticos e têxteis coletados em oceanos.
“Faço parte de uma geração que já começou a trabalhar com moda sabendo dos desafios ambientais a serem enfrentados nessa indústria. Além disso, percebi uma demanda crescente por produtos conscientes com um design contemporâneo para o dia-a-dia, com uma pegada urbana e cool, algo que a UMA sempre teve no seu DNA”, afirma Vanessa Davidowicz.
“Junto ao time de design, começamos a pesquisar inovações têxteis com matérias-primas certificadas e sustentáveis, o que resultou no lançamento da UMA X”, completa.
Elaboradas com tecidos mais responsáveis e fornecedores certificados, todas as peças carregam algum tipo de informação ou inovação sustentável, como economia de água no processo de acabamentos, procedimentos biodegradáveis e diminuição de matéria prima virgem e substâncias químicas. Essas informações estarão nas etiquetas de cada peça, indicando sua origem, fornecedor, certificação e demais elementos sobre os materiais, de modo a criar uma relação de transparência com o cliente.
Com a UMA X, a UMA dá mais um passo em direção à excelência no design e na responsabilidade com o meio ambiente, com pleno entendimento de que o caminho ainda é longo e demanda dedicação contínua para seguir trazendo inovações sustentáveis ao mercado de moda – como a loja Carbon Free que abriu no Shopping Morumbi, em 2007, um dos primeiros movimentos do setor nesse sentido, assim como o uso de tecidos ecológicos nas últimas coleções da marca, com certificados internacionais como o Oeko-Tex Standard 100, BCI (Better Cotton Initiative) e Lenzing.
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2020/12/sd-2.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-07-07 19:44:002020-07-07 19:44:00UMA apresenta a UMA X, linha colaborativa e sustentável
No dia 29 julho de 2020, a São Paulo Negócios realiza o Brasil Fashion Collective BIZDAY, uma rodada internacional online para empresas de moda prêt-à-porter, moda praia, calçados e acessórios, com foco em vendas para o pedido e pronta entrega.
Com apoio da ABEST, o evento está com inscrições abertas até dia 08 de julho. Para fazê-lo, acesse aqui.
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d-1.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-07-07 18:53:002024-06-01 13:07:32São Paulo Negócios realiza o Brasil Fashion Collective BIZDAY
Desde 2005, a VERT tem criado tênis diferentes, misturando projetos sociais, justiças econômicas e materiais ecológicos. A união VERT e Darwin traz os modelos nunca lançados, os protótipos, com defeitos mínimos a preços reduzidos e alguns pares da antiga coleção.
Limpar, reparar e reciclar são as metas entre VERT e Darwin, em testes laboratoriais para criar a loja do futuro. Uma oficina de sapateiro irá reparar e limpar pares de tênis usados, enquanto aqueles em más condições serão coletados e reciclados.
Darwin é um lugar diferente, um playground em tamanho real para ecologia e inovação social, inspirada na culturas urbanas. Inaugurada em Bordeaux em 2017, seu fundador Philippe Barre teve o desejo e a coragem para renovar esse antigo quartel e transformá-lo em um espaço alternativo, para compartilhamento e reflexão do papel da empresa a serviço do interesse geral e coletivo.
Esse lugar reúne 50 associações e 200 empresas, quebrando os tradicionais meios de integrar arte, varejo, cultura, trabalho e esporte. Conhecido também por ser um espaço co-working, Darwin é um espaço para compartilhar. Este antigo quartel militar de 90.000 m² no Quai des Queyries, revitaliza a imagem certa de Bordeaux. Abriga cerca de um milhão de pessoas todos os anos, 800 pessoas trabalham lá todos os dias, e esse número tende a crescer conforme os próximos meses.
Atuando como um núcleo ativista, Darwin desenvolveu uma fazenda urbana, um parque de skate gigante, espaços para artistas grafiteiros, uma mercearia orgânica e um restaurante orgânico chamado Le Magasin Général. Nos últimos anos, Darwin acolheu refugiados e tem sido solidário durante o confinamento social.
Todo ano, Darwin organiza o festival CLÍMAX que reúne música e debates em torno de assuntos contemporâneos. Convidados tanto como a primatologista Jane Goodall, o filósofo Edgar Morin, o ativista amazônico Raoni ou a atriz Marion Cotillard são bem-vindos. O antigo quartel militar tornou-se um exemplo internacional de comprometimento ecológico. A VERT escolheu este lugar híbrido para lançar seu novo projeto: um espaço para limpar, reparar e reciclar seus pares antigos.
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A marca Catarina Mina, especialista em bolsas artesanais, amplia sua gama de produtos e lança coleção bem-estar #juntoaocorpo, com uma série de produtos para ajudar a rotina de beleza. Essa coleção veio com a ideia de desenvolver produtos utilitários, por preços mais acessíveis, para que as artesãs continuem criando e produzindo.
Reutilizáveis, a linha #juntoaocorpo é uma maneira de diminuir o uso de materiais descartáveis ou de plásticos, com peças feitas de fios 100% algodão, e produzidas manualmente, pela rede de artesãs da marca que se mantém ativa durante esse período.
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d-2.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-06-29 18:57:002024-06-01 13:06:37Catarina Mina lança coleção #juntoaocorpo que traz produtos reutilizáveis com pegada de bem-estar
Sabendo que os sapatos são responsáveis por um quinto dos impactos ambientais gerados pela indústria de vestuário, a designer Paula Ferber decidiu introduzir a matéria-prima EVA green em sua linha de produção de sapatos, bolsas e objetos para o lar.
A EVA Green é uma resina vegetal produzida a partir da cana-de-açúcar, conhecida mundialmente como polietileno verde. Com características como flexibilidade, leveza e resistência, o EVA Green contribui para a redução dos gases causadores do efeito estufa ao capturar e fixar CO² durante seu processo produtivo. Os produtos são identificados pela já conhecida tag com o desenho de um abacaxi, desta vez, na cor verde.
“Minha marca fará 20 anos e, ao refletir sobre como eu gostaria de comemorar esta data, resolvi estudar de que forma diminuir os impactos da nossa empresa no planeta, começando com mudanças de processos e matérias-primas. Com o objetivo de fazer moda e design brasileiros da forma mais autêntica, respeitosa e funcional possíveis para nossa realidade de País e de mundo. Um marco inicial de uma evolução de impacto positivo na marca, para que nossas escolhas sejam cada vez mais sustentáveis”, afirma Paula.
A empresa estabeleceu em 2019 uma parceria com a Materia LAB, empresa de consultoria em sustentabilidade, para analisar os impactos dos processos de produção. Trabalhando em conjunto com toda a equipe da marca, a Materia Lab coletou dados em nível de origem, ciclo de vida e rastreabilidade dos materiais e fornecedores, processos de criação e desenvolvimento até o produto acabado, seus pontos de venda e distribuição em todo o País.
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Nessa segunda-feira, dia 29, Alberto Hiar, presidente da ABEST, se encontrou com o presidente do Senado Davi Alcolumbre na residência oficial do Senado, em Brasília.
Na ocasião, o presidente da associação apresentou a ABEST e suas ações em prol da indústria de moda autoral. Durante a reunião, Davi Alcolumbre disse que vai conversar com o Ministro da Economia Paulo Guedes sobre uma possível medida que atenda às necessidades do setor de moda, como a criação de uma linha crédito especial.
“Estou muito satisfeito em saber que o presidente do Senado é sensível às demandas do setor de moda e vê as necessidades do estilista/marca brasileiro, principalmente nesse momento de crise”, conta Alberto Hiar.
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Questões políticas, sociais, culturais e de meio ambiente estão mais presente na vida das pessoas e se torna mais difícil para as marcas ficarem fora de debates e não exporem opiniões sobre esses assuntos. Mas, afinal, as marcas devem mesmo abordar e se posicionarem sobre essas temáticas ou devem se manter neutras, evitando debate público?
Para D.J. Castro, especialista em branding e fundador da Nexia Branding – empresa de consultoria estratégica focada na criação, construção e transformação de marcas -, no cenário atual a melhor estratégia é deixar a posição e valores da marca claros aos consumidores e aos cidadãos. “Hoje, cerca de 79% dos brasileiros optam por marcas que expõem seus posicionamentos, seja político, social ou cultural. Mas, as marcas precisam ficar atentas sobre como se posicionam, para não perder clientes e expor apenas opiniões momentâneas, gerando impacto e resultados negativos”, explica.
Uma pesquisa da Accenture Strategy, a “Global Consumer Pulse”, aponta que 83% dos consumidores brasileiros preferem comprar de empresas que defendem propósitos alinhados aos seus valores de vida, dispensando marcas que preferem se manter neutras. O estudo falou com 30 mil consumidores espalhados pelo mundo, sendo 1.564 brasileiros. Os dados mostram que as marcas que informam ao público sobre seus propósitos, demonstram comprometimentos com causas e se colocam no mundo para além de seus produtos têm mais chance de atrair consumidores e influenciar decisões de compra.
Para Castro, tudo o que a marca faz deve estar ligado aos seus princípios, valores e conceitos. “É indispensável que a marca unifique seu discurso. É normal que em qualquer empresa tenha gente de centro, direita e esquerda, mas é necessário que a voz da empresa seja uma só. E, para fazer isso, líderes e gestores precisam ter alinhados os princípios e conceitos da marca para se posicionarem de acordo com a marca e não de acordo com as suas opiniões pessoais”, ressalta.
Além disso, na pesquisa, 76% disseram que suas decisões de compra são influenciadas pelos valores propagados pelas marcas e pelas ações de seus líderes. E 87% dos brasileiros afirmaram desejar que as empresas sejam mais transparentes sobre a origem de seus produtos, as condições de trabalho de seus funcionários e a questão de testes em animais. “As pessoas estão buscando marcas que se identifiquem com elas, e esses são os consumidores fiéis, que estarão com a marca diariamente e não momentaneamente, por isso, também é importante a humanização das marcas”.
Posicionamentos de marcas perante a crise do Covid-19
A pandemia do novo Covid-19 vem superando as incertezas da população e também das marcas. Os impactos da pandemia global avançam sobre pessoas e empresas. Recentemente algumas marcas têm tomado partido e se posicionado sobre temas contemporâneos, algumas de forma discreta, outras, nem tanto. “É fato que sempre que alguém se posiciona sobre algo, nem todos concordam, e assim funciona com as marcas também, sempre haverá consumidores que aprovam a posição escolhida, porém, também terá consumidores que desaprovam. O segredo é a marca se posicionar de acordo com seus princípios, para, assim, conseguir evitar críticas massivas”, informa o especialista em branding.
“Hoje as empresas representam algo muito maior do que aquilo que vendem, por isso as marcas que comunicam seus propósitos e demonstram comprometimento têm maior probabilidade de atrair consumidores, influenciado nas decisões de compra, melhorando a sua competitividade no mercado”, observa Castro.
A importância da humanização da marca
Em um momento em que a robotização e o online estão tomando conta da vida das pessoas, a ideia de humanizar uma marca para torná-la mais acolhedora, adaptada ao seu público de maneira próxima, humana e, principalmente compreensiva, é essencial. Isso significa que a humanização das marcas busca aproximá-las dos clientes por meio de sentimentos, desejos e expectativas.
“O objetivo é mais do que as empresas simplesmente respondendo às questões do dia-a-dia. Trata-se de um compromisso delas com os seus princípios, que é o que a marca se importa, refletindo assim, no que seus consumidores se importaram também”, declara Castro.
Exemplo disso é relatado na pesquisa da Accenture Strategy, os brasileiros acreditam que têm poder para interferir no sucesso de uma empresa através de protestos caso não concordem com suas práticas e valores. E, 79% acreditam que boicotes à marca ou críticas nas redes sociais podem ser importantes e decisivos para empresas mudarem de atitude. A “desistência” diante da empresa também é uma realidade. 65% afirmaram que já pararam de comprar uma marca após ela seus princípios.
Humanizar uma marca é aproximá-la do humano, com sentimentos, desejos e expectativas, pode parecer óbvio, mas não é. Castro explica que a necessidade de empatia, consumidor e marca, não surge da noite para o dia, é uma construção. “Dá-se em cada momento de contato, seja no ato da compra ou em qualquer outra ação cotidiana em que a marca é lembrada, é fazer com que a compra seja mais do que apenas de um produto ou serviço, tornando a empatia real, com carinho, afeto e cuidado, ou seja, tocando o coração do cliente”, relata. De acordo com o especialista, a abordagem das marcas deve buscar se reconectar com a sua essência.
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2021/01/foto_hrtrm2627_2.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-06-24 19:11:002024-06-01 13:05:3979% dos brasileiros querem que as marcas tenham posicionamento político e social
A pandemia da Covid-19 e as políticas de isolamento social fizeram com que muitas pessoas passassem a utilizar as tecnologias para estarem conectadas com seus amigos e familiares, ao mesmo tempo, houve uma procura maior dos internautas para se manterem ligados às suas marcas de preferência, não apenas para saber das novidades, mas também para saberem quais as ações tomadas por essas empresas para auxiliar na contenção do vírus.
Seguindo este movimento, as empresas passaram a se preocupar mais com suas redes sociais, já que elas passaram a ser um dos principais canais de comunicação e vendas, sendo este último, o impulsionador do crescimento do setor de e-commerce no Facebook. Como já vinha ocorrendo há alguns meses, o segmento de moda é o líder em interações no Instagram, apesar disso, beleza ocupa apenas a quarta posição em ambas as redes. A Socialbakers, plataforma em soluções para otimização de performance corporativa na internet, realizou um estudo do desempenho dos setores no Facebook e no Instagram.
“Atualmente, alguns dos conteúdos de mídia social mais bem-sucedidos e envolventes são aqueles que demonstram ânimo e encorajam um espírito de camaradagem e união. As marcas devem se preocupar com o que estão publicando e, ao mesmo tempo, como estão atraindo seus clientes, pois as pessoas estão procurando estar ao lado das companhias que buscam construir um mundo melhor e lutar contra a pandemia do Coronavírus”, conta Alexandra Avelar, Country Manager da Socialbakers.
Abaixo, os setores que mais se destacaram em cada uma das redes sociais:
Facebook
1- E-commerce – 21,7% das interações
2- Varejo – 16,4% das interações
3 – Moda – 9,3% das interações
4 – Beleza – 9,2% das interações
5 – Serviços – 7,2% das interações
6 – Serviços alimentícios – 5,7% das interações
7 – Bancos – 3,9% – das interações
8 – Bens domésticos – 3,3% das interações
9 – Outros – 23,2% das interações
Instagram
1 – Moda – 23,1% das interações
2 – E-commerce – 22,5% das interações
3 – Varejo – 19% das interações
4 – Beleza – 10,1% das interações
5 – Serviços – 5,8% das interações
6 – Eletrônicos – 2,5% das interações
7 – Bens domésticos – 2,3% das interações
8 – Serviços alimentícios – 2,1% das interações
9 – Outros – 12,7% das interações
Lilly Sarti – SPFW N48
Inverno 2020
Foto: Zé Takahashi/ FOTOSITE
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d-3.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-06-24 19:06:002024-06-01 13:05:22Moda é destaque nas redes sociais durante a pandemia, segundo estudo feito pela Socialbakers
De 30 de setembro a 6 de outubro, a marca brasileira Wai Wai vai participar do showroom Valery Demure, em Paris. Na ocasião, a marca vai mostrar as novidades da coleção Summer 21.
Essa ação tem apoio do Fashion Label Brasil – Programa de Internacionalização da Moda Brasileira de Valor Agregado, criado pela ABEST em parceria com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2021/02/d-25.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-06-24 00:00:572024-06-01 13:05:04Wai Wai lança a coleção Summer 21 em Paris
Em comemoração aos 75 anos de relações diplomáticas entre a Austrália e o Brasil, o Conselho Empresarial Austrália-Brasil (AUBRBC) realiza mais um evento online gratuito B.Talks no dia 1º de julho, às 19h30 (horário de Brasília).
O próximo B.Talks discutirá “A indústria têxtil e a moda”, com os seguintes especialistas: Caterina Graziosi – Brilliant Minds Consulting, Laurent Kabbabe, ex-CFO da Louis Vuitton na América Latina, Rafael Cervone, presidente emérito da ABIT, Renata Facchini, CEO da Liquido Active, Flavia Egypto – especialista em promoção comercial da Apex-Brasil e Lourenço Bartholomei – Vice-Presidente da ABEST, com moderação de Thais Oso – Diretora do Conselho da AUBRBC.
O evento é organizado em colaboração com o Consulado Geral do Brasil em Sydney, a Embaixada do Brasil em Camberra e outros vários parceiros e acontece toda primeira quinta-feira do mês.
B.Talks é uma série de eventos criados pelo Conselho Empresarial da Austrália / Brasil, onde os participantes têm a oportunidade de ouvir e interagir num talk inteligente e bem informado com especialistas e autoridades nas áreas relevantes do comércio internacional.
As edições anteriores apresentaram especialistas em Inovação, Marketing Digital, Finanças, Mídias Sociais, Agronegócio e Oportunidades Bilaterais após o Covid-19.
O evento é patrocinado pelo Consulado Geral do Brasil em Sydney. Apoiado pela Austrade, Apex-Brasil, Abest, Abit, Embaixada do Brasil em Canberra, IBREI e LATAM Airlines.
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