Em comemoração aos 75 anos de relações diplomáticas entre a Austrália e o Brasil, o Conselho Empresarial Austrália-Brasil (AUBRBC) realiza mais um evento online gratuito B.Talks no dia 1º de julho, às 19h30 (horário de Brasília).
O próximo B.Talks discutirá “A indústria têxtil e a moda”, com os seguintes especialistas: Caterina Graziosi – Brilliant Minds Consulting, Laurent Kabbabe, ex-CFO da Louis Vuitton na América Latina, Rafael Cervone, presidente emérito da ABIT, Renata Facchini, CEO da Liquido Active, Flavia Egypto – especialista em promoção comercial da Apex-Brasil e Lourenço Bartholomei – Vice-Presidente da ABEST, com moderação de Thais Oso – Diretora do Conselho da AUBRBC.
O evento é organizado em colaboração com o Consulado Geral do Brasil em Sydney, a Embaixada do Brasil em Camberra e outros vários parceiros e acontece toda primeira quinta-feira do mês.
B.Talks é uma série de eventos criados pelo Conselho Empresarial da Austrália / Brasil, onde os participantes têm a oportunidade de ouvir e interagir num talk inteligente e bem informado com especialistas e autoridades nas áreas relevantes do comércio internacional.
As edições anteriores apresentaram especialistas em Inovação, Marketing Digital, Finanças, Mídias Sociais, Agronegócio e Oportunidades Bilaterais após o Covid-19.
O evento é patrocinado pelo Consulado Geral do Brasil em Sydney. Apoiado pela Austrade, Apex-Brasil, Abest, Abit, Embaixada do Brasil em Canberra, IBREI e LATAM Airlines.
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2020/11/foto_pc9qc5431_btalks-e1606097756120.jpg468669abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-06-24 00:00:062024-06-01 13:04:37Conselho Empresarial Austrália-Brasil realiza B.Talks sobre a indústria têxtil e da moda
O Fórum Fashion Revolution é a primeira plataforma do Brasil criada exclusivamente para fomentar a pesquisa e o desenvolvimento sustentável na indústria da moda. O objetivo é incentivar os participantes a explorarem os possíveis cenários, desafios e soluções sustentáveis dentro do sistema da moda, através de diferentes abordagens metodológicas e filosóficas para entender a fundo os impactos dos negócios de moda na qualidade de vida das pessoas e do planeta.
De acordo com Dra. Karine Freire, parte do comitê científico do Fórum Fashion Revolution, o Fórum é um espaço rico de troca de saberes: entre a academia e o mercado; entre as práticas de norte a sul do país que possibilita o avanço e fortalece os novos modos de fazer moda.
No Fórum Fashion Revolution de 2018, foram publicados 30 trabalhos, e em sua última edição em 2019, foram publicados 58 trabalhos e 4 ilustrações, que podem ser visualizados na íntegra no ebook disponível para download aqui. Já Em sua terceira edição, o Fórum Fashion Revolution está com inscrições abertas para submissão de trabalhos até o dia 6 de julho, o link de inscrição está disponível aqui. Para artigos, poderão participar não só pesquisadores e acadêmicos, mas também organizações e profissionais do mercado que trabalham com inovação e sustentabilidade na moda. Na categoria ilustração, artistas profissionais e amadores podem enviar seus trabalhos.
Em 2020, o Fashion Revolution está abordando quatro temas: consumo, composição, condições de trabalho e ações coletivas. Esses temas, que aprofundam a narrativa do movimento, nunca se mostraram tão importantes quanto nesse momento de desafios que a pandemia está nos submetendo. Os trabalhos que serão selecionados pelo comitê científico do Fórum, irão contribuir para questionamentos e soluções em torno desses temas chave.
Mais do que nunca precisamos questionar o modelo de consumo o qual a sociedade como um todo está imersa, e quais os impactos que a cultura da descartabilidade têm sobre trabalhadores e o meio ambiente. Mais do que nunca precisamos nos interessar sobre a composição das roupas, e o que isso representa na rotina de todos os trabalhadores que manuseiam químicos diariamente, impactando na sua saúde, e também na saúde do solo e das águas.
As condições de trabalho precárias na indústria da moda, que sempre foram questionadas pelo movimento, se mostram exacerbadas em momentos como esse. Com demissões em massa e reduções de salário, é colocada ainda mais luz sobre a vulnerabilidade das pessoas que fazem nossas roupas. A falta de transparência, que muitas vezes encoberta a falta de responsabilidade das empresas para com seus trabalhadores, cria condições perfeitas para que pessoas sejam negligenciadas em detrimento ao lucro.
O Fashion Revolution acredita que a capacidade de empatia coletiva é fortalecida por nossa experiência global compartilhada, sendo o Fórum uma ferramenta para a produção e disseminação de ideias que ajudam a construir a indústria da moda que queremos. Neste cenário de pandemia e crise socioeconômica, somar vozes e amplificar essa mudança é ainda mais urgente para garantir novos futuros por meio da pesquisa e inovação. Faça parte: inscreva-se e acompanhe!
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d-4.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-06-19 19:13:002020-06-19 19:13:00FÓRUM FASHION REVOLUTION 2020 ABRE INSCRIÇÕES PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS
A Igual é uma plataforma de cashback social que converte compras em impacto social e conecta marcas, instituições e consumidores. Funciona da seguinte forma: parte do valor das compras feitas nas lojas, e-commerce ou app das marcas parceiras da Igual é revertido em uma moeda social chamada “iguais” e dentro da plataforma realizam, de fato, projetos. Por meio dela os usuários escolhem quais os projetos e causas que irão contribuir.
Criado pelos sócios André Mendes (30 anos), Gabriel Pinheiro (30 anos) e Marcelo Raimondi (45), o aplicativo Igual acaba de ser disponibilizado para download nos sistemas iOS e Android e é totalmente gratuito. Vale destacar que os consumidores não pagam nenhum valor extra em suas compras para receber seus “iguais”. Já fazem parte da plataforma (Lilly Sarti e San Paolo Gelato) e 15 instituições (com 22 projetos): Amigo da Vez, Arcah, Associação Vidança, Filhos da Corrente, Fundação Amor Horizontal, Fundação do Rim, Gastromotiva, Gerando Falcões, Instituto Alicerce, Instituto Apoia, Instituto Protea, Liga Solidária, Migraflix, Vaga Lume e Vocação.
“Cada vez mais as marcas percebem a importância de gerar impacto social. No entanto, muitas delas ainda não sabem muito bem como atuar, e as que já atuam dificilmente envolvem seus consumidores na decisão. Por outro lado, os consumidores usam sua carteira como forma de voto, escolhendo marcas que os representem e que compartilhem dos mesmos princípios e ideais. E, por fim, as instituições não conseguem manter uma relação de longo prazo com marcas e consumidores. Foi justamente pensando em conectar estas frentes que criamos a nossa empresa e somos a primeira da plataforma do Brasil a conectar: marketplace, social cashback e social crowdfunding em um único app”, conta Marcelo Raimondi.
“O nosso objetivo é nos tornar a maior plataforma de geração de impacto social, atuando como um solvente de desigualdade social convertendo compras de produtos e serviços em impacto social. Em nossa estratégia, além de avançarmos para todo o Brasil, temos uma série de novas tecnologias sendo preparadas que tornarão possível alcançar o nosso objetivo”, complementa Gabriel Pinheiro.
O mais recente relatório da Oxfam Brasil relata que o país ocupa a 9.ª posição na classificação das nações mais desiguais do planeta. Mais que políticas públicas para equacionar o problema, os dados exigem da sociedade outro olhar sobre esse cenário, já que o combate à desigualdade é um motor para o desenvolvimento sustentável e inclusivo. “A Igual conecta todos atuando diretamente no reparo da desigualdade social do país e convida a sociedade a participar de forma ativa, inclusive colocando o consumidor no centro da decisão, ao escolher o projeto que irá apoiar. Somos uma startup que desafia o modelo de cashback que conhecemos”, diz André Mendes.
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d-13.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-06-16 19:38:002024-06-01 13:04:23Conheça a Igual, plataforma de cashback que converte compras em impacto social
O movimento #blacklivesmatter fez o mundo se atentar às diversas demandas há séculos exigidas pela comunidade negra. Mais do que nunca, é necessário que se reforce agora sua importância, e que essa atenção não se limite ao momento presente, mas que permaneça como uma pauta permanente de desenvolvimento social. É preciso compreendê-las e atendê-las, traçando um plano de metas para que o que se apresenta hoje transforme a realidade e o futuro de uma moda que se pretende consciente e antenada às mudanças sociais, além da vida de tantos pretos e pretas que estão à espera de oportunidades.
Além do compartilhamento de uma hashtag, é fundamental o compromisso com a inserção desse grupo no quadro de funcionários e o estabelecimento de um plano de carreira, para que não se atenda ao problema somente em medidas quantitativas, mas que a mudança seja estrutural.
Uma moda que representa a realidade do país precisaria ter pelo menos 54% de presença negra em todos os seus setores, desde modelos, à equipe de vendas e criação. Para uma verdadeira transformação, é essencial que os negros estejam presentes em todos os níveis.
Seguir escutando o que temos a dizer é fundamental para avançarmos na busca de uma sociedade mais justa e igualitária, e a moda, enquanto agente influenciador de mentes e mundos, tem um papel muito importante nessa renovação.
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d-10.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-06-16 19:30:002024-06-01 13:03:59Muito além de uma hashtag #blacklivesmatter
O Instituto Ecotece é uma ONG que atua com moda sustentável e criou a campanha Todos com Máscaras! com o objetivo de minimizar os impactos da Covid-19 nas comunidades periféricas. Foram produzidas máscaras junto a grupos de costureiras vulneráveis e doadas em suas próprias comunidades.
O instituto conseguiu bater a primeira meta e chegar no valor de R$14.950,00. Com esse valor e mais algumas doações de tecidos, eles poderão produzir 6.900 máscaras. A meta final do Ecotece é doar 15 mil máscaras (que era o previsto inicialmente). Caso queira ajudar com essa meta, entre na página de doações e faça sua contribuição: http://ecotece.org.br/doacao/
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d-6.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-06-16 19:17:002020-06-16 19:17:00Ecotece bate primeira meta da campanha Todos com Máscaras!
Especializada em moda praia, a marca Lille Beachwear precisou adequar suas coleções para os novos tempos. Como o consumo de roupa de moda praia caiu, já que passeios e viagens estão canceladas, a marca lançou uma linha de peças confortáveis para ficar em casa e pijamas.
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d-5.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-06-16 19:15:002024-06-01 13:03:55Lille Beachwear se reiventa e lança linha de pijama em meio à pandemia
Existe uma corrente que levanta a hashtag “somos todos iguais” ou “todas as vidas importam”, indo na contramão da #vidasnegrasimportam.
De fato somos iguais e de fato todas vidas importam, mas é preciso entender que vidas pretas tem sua existência ameaçada todos os dias, são colocadas em espaços subjugados há séculos e são subvalorizadas sistematicamente. Infelizmente sermos iguais não garante direitos iguais, leituras sociais iguais, tratamentos iguais, espaços iguais. A segregação racial é real e notória.
De acordo com um levantamento feito pelo IBGE em 2018, somos maioria na taxa de analfabetismo e de desemprego, temos os menores salários, além de representarmos mais de 75% do grupo dos 10% mais pobres do país. Não se pode negar isso ou desviar os olhos de tamanha desigualdade. E o que pode ser feito para essa realidade mudar?
– Empregar pretos, nos cedendo espaço especial nos processos de contratação em todas categorias hierárquicas, diversificando assim a equipe de funcionários;
– Questionar nossa ausência entre seus iguais e exigir mudanças. Isso se estende para todos os setores, especialmente o nosso, de moda. Então não podemos permitir que modelos pretas sejam minoria nos castings, nas equipes de venda e criação.
Temos nas mãos o poder de transformar a consciência estética de muitas pessoas, transformar o mundo através da imagem e devemos usá-lo com responsabilidade e compromisso para que em um futuro próximo possamos realmente dizer que somos iguais.
Depende de cada um de nós. Eu, você e de quem mais possamos alcançar.
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d-8.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-06-13 19:23:002024-06-01 13:00:42Existe uma corrente que leva a #todasasvidasimportam indo na contramão da #vidasnegrasimportam
A Vicunha segue desenvolvendo ações de apoio à sociedade no combate ao avanço da pandemia no Brasil e fortalece sua parceria com marcas, jovens estilistas, instituições e pequenos empreendedores por meio da criação de um banco de tecidos. Batizada de VTEX, a iniciativa reforça a atuação da empresa com foco no estímulo à moda nacional e no incentivo a novos talentos e negócios do setor e amplia seu viés social para atender a necessidades urgentes no contexto do Covid-19.
Pautada desde o início da pandemia por medidas focadas na saúde, na segurança e no bem-estar de seus funcionários e da comunidade, a Vicunha visa com a criação do banco de tecidos contribuir com iniciativas de parceiros como o projeto PIM (Periferia Inventando Moda), idealizado pelo estilista Alex Santos, que promove a capacitação profissional e empoderamento de jovens em vulnerabilidade social. Para frear o avanço da pandemia na comunidade de Paraisópolis, em São Paulo, a empresa doou máscaras prontas e tecidos para o PIM Acolhe, desdobramento do projeto criado com o objetivo de distribuir ao menos 600 máscaras na região. Em São Bernardo do Campo (SP), a estilista Priscilla Silva também recebeu tecidos da fabricante para confecção de máscaras, com verba revertida à compra de cestas básicas para aldeias indígenas Pipipãs, Kapinawá e Kambiwá, sediadas em Pernambuco.
“Mais do que nunca, a conexão entre comunidade e indústria por meio da colaboração se faz necessária para geração de impacto positivo na sociedade,” afirma Francisco Gonzalez, Coordenador de Moda da Vicunha. “O apoio da Vicunha a estilistas e instituições que fazem a diferença em momentos desafiadores como este, reafirma nosso compromisso em abrir espaços e diálogos para o desenvolvimento criativo e profissional na moda e para a amplificação do poder de mudança desses atores sociais diante de um mundo em transformação,” finaliza.
A plataforma de parceria com novos criativos se volta neste momento para conduzir iniciativas sociais com foco no enfrentamento ao novo coronavírus e abrange ainda estilistas como Renata Buzzo, Heloisa Faria, Rafael Garcia, Jal Viera Brand, Pedro Motta e Cem Freio – apoiados pela Vicunha em semanas de moda, criações, coleções sazonais e cápsula, entre outras ações.
Somam-se às ações do banco de tecidos o apoio a instituições, marcas e pequenos empreendedores no combate ao Covid-19. São exemplos desta parceria ONGs como Amigos do Bem e Doutores da Alegria, a marca Consciência Jeans e a Associação para a Educação, Esporte, Empreendedorismo e Direitos dos Pacientes da Divisão de Reabilitação do Hospital das Clínicas (AEDREHC).
Nos últimos meses, a Vicunha manteve participação ativa no combate à pandemia por meio de uma série de ações como a doação de tecidos ao Grupo Guararapes para a produção de 40 mil máscaras e o envio de 27 mil EPIs às secretarias do estado do Ceará e Rio Grande do Norte. Apoiou instituições como a Avenues World School, em São Paulo, para confecção de máscaras para comunidades carentes e profissionais de saúde, e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Em maio, reabriu sua Sala de Costura para produção de 36 mil máscaras para funcionários, suas famílias e a comunidade, e criou, no início das atividades presenciais, um canal oficial “Juntos no combate ao Coronavírus”, a fim de garantir um diálogo aberto com seus públicos durante o período de pandemia.
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d-14.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-06-10 19:45:002024-06-01 13:00:33Vicunha cria banco de tecidos para apoiar marcas, parceiros e instituições no combate ao coronavírus
A ABEST assinou ontem (09.06) o o termo de compromisso do Protocolo de Reabertura Setor: comércio de rua, aprovado pela Prefeitura de São Paulo. Na ocasião, Roberto Davidowicz, do Conselho da ABEST, assinou o documento em cerimônia junto ao Prefeito Bruno Covas.
Confira o Protocolo de Reabertura Setor: comércio de rua
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Inspirada pelos movimentos recentes e reconhecendo a urgência de falarmos sobre isso, a ABEST convidou a designer Isabela de Oliveira para tratar de diferentes assuntos da temática racial. Serão posts diários durante uma semana para contribuir com a construção de uma sociedade verdadeiramente antirracista.
Isabela trabalhou por seis anos na carioca Wasabi, indo de estagiária à estilista e está há dois anos como designer de estampas na Farm.
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