A ABEST assinou ontem (09.06) o o termo de compromisso do Protocolo de Reabertura Setor: comércio de rua, aprovado pela Prefeitura de São Paulo. Na ocasião, Roberto Davidowicz, do Conselho da ABEST, assinou o documento em cerimônia junto ao Prefeito Bruno Covas.
Confira o Protocolo de Reabertura Setor: comércio de rua
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d-12.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-06-10 19:34:002024-06-01 13:00:24ABEST assina termo de compromisso referente ao protocolo de reabertura do setor
Inspirada pelos movimentos recentes e reconhecendo a urgência de falarmos sobre isso, a ABEST convidou a designer Isabela de Oliveira para tratar de diferentes assuntos da temática racial. Serão posts diários durante uma semana para contribuir com a construção de uma sociedade verdadeiramente antirracista.
Isabela trabalhou por seis anos na carioca Wasabi, indo de estagiária à estilista e está há dois anos como designer de estampas na Farm.
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https://abest.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d-11.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-06-08 19:32:002020-06-08 19:32:00Como contribuir com a construção de uma sociedade verdadeiramente antirracista
A marca Matri lançou a linha Evolution, com produtos desenvolvidos a partir de seu acervo e técnicas tradicionais, que resultaram em um mix de texturas e cores em um único produto. A Matri Recycle Linha Evolution é por tempo limitado. Confira as peças!
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d-15.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-06-05 20:07:002024-06-01 13:00:13Matri lança linha Evolution, desenvolvida a partir de seu acervo e técnicas tradicionais
A Ryzí, marca de acessórios, acaba de lançar o projeto Adap-tation, que traz uma nova visão, comunicação e posicionamento de marca durante a pandemia mundial.
A ação busca a adaptação – como diz o nome – e por meio da veracidade e criatividade mostrará os impactos dessa nova realidade na maneira que consumimos a moda, adaptando as peças de uma forma cool e descolada. A ideia da diretora criativa Luiza Mallmann é buscar referências na sua última campanha que estava vigente no inicio da quarentena, a City Lights, que, de maneira inédita, trouxe um shooting fotografado pelas próprias modelos, onde o mood era a forma que as luzes de Nova Iorque inspiravam o olhar de cada uma delas.
A próxima fase da campanha seria fotografada em Londres, mas neste momento, adaptando o olhar à nova realidade, a designer busca suas inspirações dentro de casa, como as luzes que entram pela janela, o pôr do sol que se tornou mais presente na rotina e até mesmo a luz interna de cada pessoa. Para fortalecerem ainda mais o projeto, também criaram a ação The Light Inside que convidou influenciadoras, como a Francesca Monfrinatti e a Luiza, para buscarem as suas luzes para produzirem suas próprias fotos, trazendo uma nova visão das peças sem perderem a veia fashionista e conceitual.
“É ver o mundo de uma forma diferente e entender o significado da moda. Como ver uma bolsa se transformar num vaso de planta ou um sapato em obra de arte. Transformar o mundo em algo brilhante e extraordinário, criando e recriando todos os dias.”, disse a diretora.
Para o novo momento do mundo e da marca, a Ryzí criou três ações para completarem o projeto Adap-tation: The New View, The New Creation e o The New Mindset.
O The New View contará com a participação de alguns artistas para desenvolverem novas possibilidades com as peças, inserindo-as em diferentes contextos e a partir das bolsas, criar um objeto com um novo significado. Após a finalização das criações, a marca vai realizar uma exposição digital.
Já o The New View convidará produtores, fotógrafos, set designers, modelos e outros profissionais da área a criarem conteúdos com as bolsas, dentro das suas casas, como uma nova forma de entender a moda.
E o The New Mindset será a união da Ryzí com mais duas marcas de roupa e acessórios, que juntas criarão um projeto de conteúdo.
Todo projeto e a nova comunicação já estão disponíveis em todas as plataformas online da Ryzí.
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d-2-1.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-06-05 19:58:002024-06-01 12:59:53Ryzí lança projeto para adaptar a moda ao momento de isolamento social
Marcia Kemp, fundadora da marca carioca Nannacay, participa de painel digital no FASHINNOVATION NYC, que acontece no próximo dia 5, ao lado de líderes internacionais das indústrias da moda e tecnologia, bem como personalidades de várias instituições.⠀
A conversa será sobre sustentabilidade, “o futuro da moda”, solidariedade e esperança – com forte ênfase no “Dia Mundial do Meio Ambiente” e “Dia Mundial dos Oceanos”.⠀
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Como usar o privilégio branco para uma sociedade antirracista? Em primeiro lugar é necessário ter consciência de seu privilégio branco. Ele significa que o tom da sua pele não é o fator que deixa sua vida mais complicada. A sociedade lê indivíduos brancos de forma diferente do que a faz com negros.
Por mais que existam diferentes tipos de privilégio, este é um com o qual se nasce e não há qualquer intervenção comportamental, estética ou financeira que a altere. Ele existe como resultado direto do racismo. Estrutura que oprime os negros através de preconceitos e práticas.
Reconhecido este privilégio se torna imperativo utilizar-se dele para combater a sociedade racista, deixando de beneficiar-se de um sistema que historicamente reprime corpos negros.
A inclusão de negros em seu convívio social ou hábitos de leitura (entre outros) torna possível a percepção de problemas vividos diariamente e oriundos somente da cor da pele. Por isso nos ouça e não fique alheio diante de situações racistas. Quem não luta contra esse tipo de sociedade coopera com ela.
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d-9.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-06-01 19:27:002024-06-01 12:59:40Como usar o privilégio branco para uma sociedade antirracista?Como usar o privilégio branco para uma sociedade antirracista?
Diante da crise mundial causada pelo COVID-19, a Associação Brasileira de Estilistas preparou uma proposta de protocolo para orientação e adaptação das marcas de moda no período de retomada das atividades e circulação social. O protocolo foi enviado à Prefeitura de São Paulo que irá analisar a proposta juntamente com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho e Secretaria da Saúde.
A Prefeitura de São Paulo quer construir a retomada da economia juntamente com as entidades setoriais para que a reabertura ocorra da maneira mais segura, evitando o contágio pelo coronavírus de funcionários e clientes.
Confira abaixo o protocolo:
INTERAÇÃO COM O CONSUMIDOR
Limpeza
• Disponibilizar álcool gel na entrada e no interior das lojas.
• Limpar e desinfetar objetos de uso regular e superfícies. As máquinas de cartão devem ser higienizadas na frente do cliente antes de sua utilização e envelopadas em plástico.
• Disponibilizar soluções para a limpeza dos sapatos na entrada da loja.
• Retirar serviços e amenidades que retardem a saída do cliente da loja.
• É importante que o protocolo de higiene adotado seja comunicado claramente, trazendo o máximo de segurança ao cliente.
• Considerar manter os provadores fechados, ou assegurar o distanciamento entre as cabines com higienização regular dos provadores e produtos.
• Considerar algumas soluções possíveis para os produtos a serem provados que incluem o armazenamento dos produtos, a utilização de produtos tecnológicos que matam o vírus ou uso de steamers em alta temperatura.
• Recomendamos investir em displays de vidro ou acrílico, que destaquem o produto e facilitem a sua higienização, além de recursos visuais como vídeo ou imagens que mostrem o seu uso. Caso haja experimentação, tudo o que o cliente for tocar deverá ser higienizado.
Comunicação
• Comunicar de forma clara, através de recursos audiovisuais, nos espaços físicos e até nas mídias sociais, os protocolos de higiene adotados pela marca, bem as orientações um atendimento seguro nas lojas.
Distanciamento
• Limitar o número de consumidores dentro da loja, assegurando de que fiquem em uma distância mínima de 1,5m entre outros clientes e/ou colaboradores.
• Sempre que possível, promover o autosserviço. Horários de funcionamento
• Operar em horário reduzido, conforme orientação das autoridades, além de estudar a possibilidade de um período para atendimentos agendados.
Horários de funcionamento
• Operar em horário reduzido, conforme orientação das autoridades, além de estudar a possibilidade de um período para atendimentos agendados. Uso das máscaras
• Uso de máscara obrigatório para clientes e colaboradores.
• As máscaras de tecido deverão ser de dupla camada e deverão ser trocadas a cada 2 horas ou sempre que estiver úmida. Após utilização deverá ser armazenada em saco plástico vedado para retorno ao domicílio para lavagem posterior e passar com ferro quente em alta temperatura. • as máscaras descartáveis devem ser confeccionadas em TNT e podem ser descartadas em lixo comum.
• Todas as máscaras devem ser retiradas pela lateral, sem contato com a parte da frente.
COLABORADORES
• Fazê-los se sentirem seguros com uma comunicação clara e fornecimento de equipamentos de higiene e segurança (álcool gel, máscaras e/ou luvas)
• Afastar colaboradores em grupo de risco e reduzir a quantidade de colaboradores na loja, adotando escalas.
• Evitar o compartilhamento dos itens pessoais, como computador, telefone fixo e celular. Caso haja a necessidade de compartilhar, higienizar antes e depois do compartilhamento com Álcool em Gel ou Álcool 70%.
• Realizar checagem de temperatura e de bem-estar na chegada e saída do trabalho. Caso o trabalhador apresente sintomas
• Comunicar imediatamente o seu gestor para imediato afastamento do convívio coletivo. Seu retorno só deve acontecer após autorização médica.
• Recomenda-se o afastamento por 14 dias de toda equipe que tenha tido contato direto com o colaborador.
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2020/11/foto_gdaw63236_protocolo_10-1.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-06-01 00:00:322020-06-01 00:00:32ABEST elabora protocolo para a retomada do varejo de moda na cidade de São Paulo
Durante a pandemia do COVID-19, a marca brasileira Sinesia Karol produz cerca de mil máscaras por semana e doa para comunidades carentes do Espírito Santo, Bahia e Estados Unidos, onde a marca também está presente. “Quero retribuir à minha sociedade doando 100% das máscaras que estamos fazendo. Tudo o que você precisa fazer é entrar em contato. Juntos podemos ajudar a acabar com a propagação desse vírus. Nossas máscaras não estão à venda. Se cuidem”, publicou a estilista em seu Instagram.
Além disso, Sinesia Karol participa do projeto Anjos Rosa, doando cestas básicas para famílias carentes no Espírito Santo.
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d-18.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-05-27 20:16:002024-06-01 12:59:27Sinesia Karol também adere programa social durante a Covid-19
Durante a pandemia do COVID-19, a marca brasileira Sinesia Karol produz cerca de mil máscaras por semana e doa para comunidades carentes do Espírito Santo, Bahia e Estados Unidos, onde a marca também está presente. “Quero retribuir à minha sociedade doando 100% das máscaras que estamos fazendo. Tudo o que você precisa fazer é entrar em contato. Juntos podemos ajudar a acabar com a propagação desse vírus. Nossas máscaras não estão à venda. Se cuidem”, publicou a estilista em seu Instagram.
Além disso, Sinesia Karol participa do projeto Anjos Rosa, doando cestas básicas para famílias carentes no Espírito Santo.
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O Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil (SENAI CETIQT) em parceria com a Laudes Foundation lançam o Projeto Moda Circular – o início de um novo ciclo para a Indústria da Moda. Diante de um cenário complexo, com o avanço da pandemia afetando diretamente a indústria da moda, somado a discussão sobre impactos socioambientais, vem acelerando o movimento de transformação do atual sistema linear baseado em extrair, produzir e descartar para um modelo mais justo e sustentável.
O modelo de economia circular surge como uma solução eficaz para substituir o sistema de produção e consumo da indústria da moda que mostra sua exaustão há algum tempo. No entanto, para que isso aconteça, é essencial desenvolver estratégias que fortaleçam o surgimento de diferentes modelos de negócios, a inovação em materiais e processos e o envolvimento entre todos os elos da cadeia de valor, a sociedade civil e as entidades públicas.
Criar condições para que essas soluções sejam desenvolvidas hoje é urgente. Assim o Projeto Moda Circular tem como objetivo promover ações de apoio à transformação de profissionais, empresas e consumidores da indústria da moda através da disseminação de informações, dados, metodologias, processos e práticas dando escala a transição para um modelo circular.
Com a atuação hibrida, parte da jornada de transição conta com conteúdo online, disponível na plataforma Inova Moda Digital, na seção Novas Economias. Dividido em três partes o conteúdo se inicia no Ponto de Partida, difundindo uma visão geral da economia circular, da moda circular, glossário de terminologias sustentáveis e em breve uma avalição de negócios focada na circularidade para apresentar um índice geral de práticas circulares.
Seguido da página Inspire-se, destinado ao compartilhamento de boas práticas, iniciativas e soluções de cases de negócios do Brasil e do mundo. Por último, um convite para colocar a mão na massa, a seção Gire a Moda composta por metodologias e ferramentas identificadas ou desenvolvidas pela equipe do SENAI CETIQT, com base em pesquisas de práticas junto às Redes Circulares.
A iniciativa de Redes Circulares, prevê ações presenciais direcionadas ao aumento da conscientização e conhecimento sobre economia circular entre empresas de diferentes portes e modelos de negócio, permitindo a criação de iniciativas de transição para o setor. Composta por três perfis diferentes, os Nativos circulares que são os modelos de negócios, com base nos princípios da circularidade, o RE-Design que compreende modelos de negócios lineares que buscam melhorar seus processos, otimizar recursos e gerar novos negócios, estimulando a transição para o modelo circular e os Disruptivos que se reunirão para resolver problemas de escalabilidade e promover a implementação do processo de transição do modelo linear para o circular.
https://abest.com.br/wp-content/uploads/2021/01/d-38.jpg7001000abehttps://abest.com.br/wp-content/uploads/2024/06/abest-logo-300x227.pngabe2020-05-25 22:10:002024-06-01 12:59:15SENAI CETIQT e Laudes Foundation lançam projeto de Moda Circular